Arquivado em: Chatice
Sei que não sou a pessoa mais “calma do mundo” e que não sou nenhum parâmetro de comparação sobre coisas irritantes, mas não consigo entender da onde brota tanta gente sem noção. Gente que não respeita o espaço alheio e que só sabe dizer ” os incomodados que se mudem”.
Confesso que tento, mas não consigo ficar quieta e não olhar com a cara mais feia do mundo para as pessoas que ficam no metrô e nos ônibus ouvindo funks e músicas horrendas em seu MP7s, aqueles celulares da China que tocam, gravam, cozinham e tiram pó. Que bosta. Todo dia tem um funk pior do que o outro.

E não é falta de grana para comprar a porra de um fone de ouvido. Estes aparelhinhos custam no mínimo R$ 300,00 na Santa Efigênia (reduto dos eletrônicos made em China de São Paulo). O negócio é a competição de quem toca o pancadão mais alto.
Há dois meses ganhei alguns convites para o Playcenter (lugar que eu não botava o pé desde os meus 18 anos) e como era de graça, resolvi tentar me divertir. Doce engano! Todos os moleques das filas dos brinquedos tinham esse aparelho e ficavam competindo de quem tinha o som mais alto, mais agudo, mais bombado.
O playlist from hell tinha o funk da cachorra, da vadia, do sangue nos zóio, da vaca louca, da gripe do frango e do porco…
Eu mereço!
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quanto pior o gosto, mais alto o som, impressionante
Comment por Carol 07/06/2009 @ 16:49